- os privilegiados dispunham de grande poder económico;
- o clero possuía cerca de um terço das terras;
- no topo estava a nobreza de corte depois a nobreza de província e a nobreza de serviços (toga);
- burguesia influente "estado do meio", muitos burgueses ascendiam à nobreza de serviços;
- D. João V, século XVIII, tenta imitar o modelo do rei Luís XIV - passou a dirigir pessoalmente a acção do governo;
- construiu o magnífico palácio-convento de Mafra;
- não conseguiu impôr o seu poder perante a grande influência dos mais poderosos
sábado, 8 de maio de 2010
Tópicos - o Mercantilismo em Portugal
- Portugal tinha uma agricultura pobre; só o milho e a vinha se tinham expandido;
- a riqueza dependia dos tráfegos comerciais com as colónias;
- 1669 - grave crise comercial: o preço do açucar do Brasil baixou;
- défice da balança comercial;
*Conde da Ericeira decide promover a industrialização do país:
- a riqueza dependia dos tráfegos comerciais com as colónias;
- 1669 - grave crise comercial: o preço do açucar do Brasil baixou;
- défice da balança comercial;
*Conde da Ericeira decide promover a industrialização do país:
- o maior peso na nossa balança comercial era a importação de tecidos ingleses, por isso o conde propõe a fundação de manufacturas de lanifícios;
- protegeu a indústria da seda e impulsionou a manufactura de chapéus, cintos,...
- publicou pragmáticas: leis que proibiam o uso de tecidos estrangeiros;
*Falência das medidas mercantilistas:
- os comerciantes ingleses passaram a comprar menos vinhos portugueses;
- a nobreza funidária não gostou das medidas do Conde da Ericeira;
- em 1703 é assinado o Tratado de Methuen com a Inglaterra: Portugal aceitou os lanifícios ingleses; a Inglaterra reduziu as taxas alfandegárias sobre os vinhos portugueses;
- Portugal prejudicou a sua indústria mas favoreceu a exportação do vinho do Porto.
Tópicos - Absolutismo régio e Mercantilismo
- Monarquia Absoluta: os monarcas concentram todos os poderes (legislativo, executivo), autoridade absoluta;
- Modelo máximo - Rei Luís XIV de França - "O Estado sou eu";
- Direito Divino - o poder do monarca vem directamente de Deus;
*Mercantilismo:
- a riqueza de um país está nos metais preciosos;
- a melhor forma de obter estes mtais é através das trocas comerciais;
- as exportações devem ser superiores às importações;
- necessidade de uma balança comercial equilibrada;
- o Estado deve intervir na economia: promover a indústria nacional;
*O exemplo francês:
- Colbert, ministro de Luís XIV - aplicou medidas proteccionistas; promoveu as manufacturas; criou monopólios e companhias de comércio;
- Modelo máximo - Rei Luís XIV de França - "O Estado sou eu";
- Direito Divino - o poder do monarca vem directamente de Deus;
*Mercantilismo:
- a riqueza de um país está nos metais preciosos;
- a melhor forma de obter estes mtais é através das trocas comerciais;
- as exportações devem ser superiores às importações;
- necessidade de uma balança comercial equilibrada;
- o Estado deve intervir na economia: promover a indústria nacional;
*O exemplo francês:
- Colbert, ministro de Luís XIV - aplicou medidas proteccionistas; promoveu as manufacturas; criou monopólios e companhias de comércio;
Tópicos - A sociedade europeia de Antigo Regime
O Antigo Regime - séculos XVII e XVIII: vigorou em vários países da Europa - economia baseada na agricultura, tráfego comercial, sociedade estratificada, domínio de grupos privilegiados, poder absoluto do rei.
- as terras estavam sujeitas ao regime senhorial - os camponeses pagavam pesadas taxas;
- técnicas de cultivo pouco produtivas;
- as doenças eram muito frequentes e a mortalidade elevada;
*Sociedade dividida em 3 Ordens: clero, nobreza e povo (Terceiro Estado); fraca mobilidade social; fortes tensões sociais.
Tópicos - Revolução de 1640
- 1 de Dezembro de 1640: um grupo de nobres toma o poder em Lisboa;
- O Duque de Bragança é aclamado rei de Portugal com o título de D. João IV;
*Condições para a Restauração:
- O Duque de Bragança é aclamado rei de Portugal com o título de D. João IV;
*Condições para a Restauração:
- auge da Guerra dos Trinta Anos;
- apoio dos inimigos de Espanha - França e Inglaterra;
- reorganização do exército e defesa;
- a Duquesa de Mântua, prima de Filipe III e governadora de Portugal, é presa;
- a paz será assinada apenas em 1668;
- os colonos brasileiros expulsam os Holandeses do Brasil e de Angola - o poderio português é restaurado
Tópicos - a Restauração da independência portuguesa
- Portugal começa a sentir a crise espanhola:
- constantes ataques marítimos;
- Espanha estava envolvida na Guerra dos Trinta Anos;
- Ataques de Ingleses e Holandeses no Nordeste brasileiro e às regiões açucareiras;
- Descontentamento generalizado:
- a burguesia teme perder o controlo do tráfego açucareiro;
- o povo não suporta o agravamento dos impostos - Revolta do Manuelinho, em Évora, em 1637;
- a nobreza teme o desmoronar do Império; a limitação dos seus privilégios e o pagamento de tributos;
- corre a notícia de que Portugal se transformaria numa província de Espanha
Tópicos - União Ibérica - crise política e domínio Filipino
- 1578: Batalha de Álcacer Quibir - morte do rei D. Sebastião, sem descendentes;
- A Coroa é entregue ao seu tio-avô o Cardeal D. Henrique, sem descendentes;
- Pretendentes ao trono de Portugal:
- A Coroa é entregue ao seu tio-avô o Cardeal D. Henrique, sem descendentes;
- Pretendentes ao trono de Portugal:
- Filipe II, Rei de Espanha; consegue apoio entre a nobreza e a burguesia
- D. Catarina, Duquesa de Bragança;
- D. António, prior do Crato; consegue apoio entre as classes populares
- Em 1580, o pequeno exército do Prior do Crato é vencido pelas tropas de Filipe II, na Batalha de Âlcantara.
- Filipe II é aclamado nas Cortes de Tomar (1581) ficando estabelecida a União Ibérica;
- Espanha e Portugal eram estados independentes, mas com o mesmo soberano;
- Filipe II jurou manter a autonomia de Portugal;
- Nas primeiras décadas a administração foi equilibrada, mas depois...
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