quarta-feira, 31 de março de 2010

As consequências da Revolução Industrial




Da manufactura à maquinofactura




Revolução Industrial - a prioridade inglesa


Revolução Demográfica - século XVIII


A Revolução Agrícola - novo regime demográfico




Friso Cronológico - Revolução Agrícola


Rousseau - O contrato social


"(...) sendo todo o homem livre e senhor de si próprio, ninguém pode sob qualquer pretexto submetê-lo contra a sua vontade. Decidir que um filho de escravo nasça escravo, é decidir que ele não nasça homem.
(...) O cidadão aceita todas as
leis, mesmo aquelas que o contrariam e mesmo aquelas que o castigam quando ele violar alguma. A escolha consciente de todos os membros do estado é a vontade geral; é essa que deve prevalecer."
J. J. Rousseau, Contrato Social

O Espírito Humano - Condorcet



"As nossas esperanças sobre o estado futuro da espécie humana podem reduzir-se a estes pontos importantes: a destruição da desigualdade entre os homens e, finalmente, o seu aperfeiçoamento.
Chegará o momento em que o sol só iluminará homens livres que apenas obedecerão à razão; em que os tiranos e os escravos... já não existirão.
Por uma escolha feliz, não só dos próprios conhecimentos mas também dos métodos de os ensinar; pode instruir-se a massa inteira dum povo acerca de tudo o que os homens têm necessidade de saber sobre economia, admi­nistração, industria e direito... para serem senhores de si próprios.
A igualdade de Instrução corrigiria a desigualdade das aptidões, assim como uma legislação preventiva diminuiria a desigualdade das riquezas, acele­raria o progresso das ciências e das artes, multiplicando os artistas num meio que lhes fosse favorável. O efeito seria um aumento de bem-estar para todos."

Condorcet, Esboço de um Quadro Histórico dos Progressos do Espírito Humano,1793

O Método Científico




O Iluminismo


O Despotismo Esclarecido



Da crise comercial às primeiras medidas mercantilistas

Na segunda metade do século XVII, Portugal passou por uma grave crise económico-financeira:

- concorrência das novas potências coloniais aos nossos produtos brasileiros
- ataques holandeses às nossas coló­nias,
- gastos com as guerras da Restauração (28 anos)

Para superar a crise comercial, D. Luís de Meneses, conde de Ericeira, autor da «História de Portugal Restaurado» que havia sido General nas Guerras da Restauração, ministro da Fazenda de D. Pedro II, pôs em prática uma nova política económica que alguns países europeus tinham posto já em prática e cujo principal objectivo era a acu­mulação de metais preciosos nos cofres do Estado: o mercantilismo. Criou novas manufacturas, desenvolveu outras já exis­tentes, recrutou artífices especializados do estrangeiro e publicou as célebres pragmáticas (leis proteccionistas que proibiam a importação de certos artigos estrangeiros com o objectivo de desenvolver a produção nacional).

O Mercantilismo


O Antigo Regime




O comércio no século XVIII


Com o declínio do comércio oriental, desenvolveu-se um intenso tráfico comercial entre a Europa, a África e a América: o comércio triangular.
Os mercadores europeus, em especial ingleses, holan­deses e franceses, transportavam para a costa ocidental africana produtos
manufacturados, aí adquiriam escravos que transportavam para as Américas, e aqui carregavam produtos tropicais (açúcar, tabaco, algodão, café) e metais preciosos para os mercados europeus. Grandes centros distribuidores das merca­dorias recebidas de além-mar, as grandes cidades europeias conhecem um crescimento invulgar. Depois de Lisboa, Antuérpia e Sevilha, no século XVI, Amesterdão e Londres tornaram-se os grandes centros do comércio internacional nos séculos XVII e XVIII, respectivamente.




FELIZ PÁSCOA